14 horas num avião deixam qualquer um de rastos. Mas 14h num avião mais 45km a pé em dois dias é um teste exigente a qualquer turista em forma (agora imaginem a possibilidade remota de não estarmos em forma!). E foram nessas condições em que conhecemos pela primeira vez Sydney. E a um Domingo, pareceu-nos uma cidade a velocidade cruzeiro. Onde mesmo com Jet lag sentimos claramente que era domingo. A miscelânea arquitectónica entre estilos vitorianos, arranha céus e arte contemporânea em quase cada esquina marcou o nosso primeiro encontro. E fomos imediatamente arrebatados pela imponência da Sydney Bridge e a famosa Opera House (sou o único que pensava que era branca? Na realidade é amarela!). Mas a cereja no topo do bolo foi sem dúvida o quarteirão The Rocks onde o vintage se mistura entre cervejarias artesanais, pequenos cafés muito convidativos, mercados artesanais e inclusive arte urbana. Tudo isto com um gigante navio cruzeiro a 100 metros de distância como que a lembrar-nos que na realidade não tínhamos voltado atrás no tempo.
Perdidos e Viajados
segunda-feira, 16 de março de 2015
domingo, 15 de março de 2015
1 dia no Dubai (e a correr muito)
Dubai de uma forma reduzida e após apenas um dia, é uma espécie de Las Vegas árabe. A promiscuidade entre o Ocidente (especialmente a cultura norte-americana) está bem presente no dia a dia "dubaiense". Primeira dica : à saída do Aeroporto se quiserem apanhar um táxi (o metro funciona muito bem) evitem os táxis pretos. São os chamados Vip e normalmente é o dobro do preço (taxa inicial 50 drh e depois um pouco mais de 2 drhs por kms). Na zona velha da cidade, podemos visitar os souks carregados de vendedores persistentes e zonas de especiarias (onde não reconheço quase nada) e a zona do ouro com montras que reluzem e quase que hipnotizam. Na zona nova, encontramos o Dubai mais famoso : edifícios gigantescos e peculiares, grandes avenidas, centros comerciais com mais de 1200 lojas e com aquários interiores (dos maiores do mundo) e uma pista de gelo. Aliás o grande hobby é passear nos centros comerciais climatizados. Tudo isto e ainda o Burj Kalifa, o maior edifício do mundo . Aliás parece que possuem uma fixação pela expressão "maior do mundo". Segunda dica: podem comprar um all day pass para o metro e autocarros por 22 drh. Caso pretendam movimentar-se pelo Dubai, compensa.
A cultura árabe está presente, especialmente visível em algumas mulheres, mas com tantos turistas, assistiu-se a um aumento da tolerância dos vestidos e pele desnudada de algumas turistas mais " rebeldes ". Sem oportunidade de experimentar safaris no deserto (entre outras experiências mais megalómanas e típicas do Dubai) termino assim o meu relato de um pequeno stopover no Dubai.
quinta-feira, 12 de março de 2015
Chegada ao Dubai!!
Depois de uma pequena viagem até Barcelona, eis que chegamos ao Dubai. O Jet lag parece despertar - nos para a imensidão de luzes que nos confronta logo à saída do aeroporto e que nos faz pensar numa Las Vegas do Médio Oriente. São duas da manhã mas parecem 22h. Tempo para dormir porque amanhã é vai ser um dia intenso para quem vai para o Dubai com low budget.
domingo, 9 de novembro de 2014
Viagem a Las Vegas
E começa hoje mais uma viagem (desta vez por motivos profissionais) aos Estados Unidos da América, mais especificamente a Las Vegas. Começamos com um atraso que espero que seja um bom prenúncio.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Resumo Quioto
Três dias bem passados em Quioto e fica a ideia que podiam ser mais. Desde a floresta de Bamboo (que por acaso é um pouco mais marketing que outra coisa) até as incontáveis Tori de Fushimi Inari, há um sem número de atracções nesta cidade que parece ter um templo a cada esquina.
A magia do bairro das Gueixas combinada com o esplendor de um percurso filosofal torna a estadia nesta cidade sempre uma experiência única. Na retina fica o brilho especial do Pavilhão Dourado e a vista do Kyumizu dera. Pelo lado negativo, um metro bastante residual e afecto apenas a áreas sem nenhumas atracções obriga à utilização dos autocarros pelos milhares de turistas e locais que criam filas intermináveis nas paragens . O trânsito é caótico e os táxis um luxo a que só alguns afortunados podem suportar. Nós optamos pela moda antiga de conhecer locais o que no caso desta cidade em que possui atracções em pontos completamente distintos obrigou - nos a média de 15 kms por dia.
Valeu a pena. Dicas:
- Podem ficar em Otsu. Fica bem mais em conta e está a 10 minutos de comboio;
- Desloquem - se o mais cedo possível para evitar as multidões. Especialmente em sítios mais turísticos;
- Experimentem o sushi tradicional da área: Zushi;
- Em Fushimi Inari, percorram a montanha. É custoso mas a tranquilidade e os melhores momentos fotográficos compensam;
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Resumo Osaka/Nara
Depois de 3 dias em Osaka (com um pequeno salto até Nara) partimos amanhã para Kyoto nesta aventura pelo país do sol nascente.
Na memória fica um castelo imponente, uma mini Las Vegas japonesa, um povo disposto a caminhar centenas de metros para nos indicar um bom sitio para almoçar, veados esfomeados que nos roubam mapas e templos que nos fazem sentir numa outra era.
Num momento descobrimos que há restaurantes com sinalizadores electrónicos que piscam e vibram quando o nosso pedido está pronto e a seguir estamos perante templos imaculados com centenas de anos e assistimos a missas frequentadas por dezenas de homens de negócios todos de fato e gravata.
Ainda há um local na sociedade de hoje em dia onde os seus habitantes quando vêem um casal de turistas parados a olhar para um mapa confusos decidem sair da sua zona de conforto e tentam ajudar apesar das barreiras linguísticas. E no fim, quando estávamos ainda atónitos decidem oferecer-nos dois marcadores de livros para que nunca esquecessemos aquele momento.
É reconfortante saber que ainda existem locais assim.
E agora a caminho de umas memórias de uma geisha.
Sayonara
Truques e dicas: China/Pequim
Ora viva!
Aqui vai um pequeno conjunto de dicas que podem ser úteis para quem decidir viajar até à China/Pequim:
- Marquem tudo com antecedência. Não só o hotel mas também eventuais visitas à Muralha da China. Evitam eventuais surpresas desagradáveis;
- Desloquem - se o mais cedo possível para as atracções que pretendem visitar. E estou a dizer 7h30/8h. A partir das 9h contem com multidões intermináveis;
- Se quiserem comprar algo num mercado regateiem o preço várias vezes. Como princípio para toda a viagem contem ser enganados pontualmente;
- Se puderem aprendam algum mandarim e levem um tradutor instalado no telemóvel. O inglês normalmente escasseia e a vontade de ajudar também;
- Levem calçado muito confortável. Especialmente na muralha da China. Chega a ter inclinações inimagináveis;
- Do aeroporto para o hotel recomendo um táxi. Mas evitem todas as ofertas que irão surgir no aeroporto. Só existe uma frota oficial e está devidamente assinalado no aeroporto. Deve ficar por cerca de 15 euros a viagem e evitam carregar as malas;
- Dentro da cidade usem e abusem do metro. Cerca de 20 cêntimos por bilhete;
- Vejam por onde caminham. Terão que evitar frequentemente surpresas deixadas por chineses e o seu hábito de cuspir para o chão mesmo no metro e Cidade Proibida;
- Protejam sempre os vossos pertences especialmente em multidões.
E basicamente é o que me lembro e espero que possa ajudar.
Sayonara