Três dias bem passados em Quioto e fica a ideia que podiam ser mais. Desde a floresta de Bamboo (que por acaso é um pouco mais marketing que outra coisa) até as incontáveis Tori de Fushimi Inari, há um sem número de atracções nesta cidade que parece ter um templo a cada esquina.
A magia do bairro das Gueixas combinada com o esplendor de um percurso filosofal torna a estadia nesta cidade sempre uma experiência única. Na retina fica o brilho especial do Pavilhão Dourado e a vista do Kyumizu dera. Pelo lado negativo, um metro bastante residual e afecto apenas a áreas sem nenhumas atracções obriga à utilização dos autocarros pelos milhares de turistas e locais que criam filas intermináveis nas paragens . O trânsito é caótico e os táxis um luxo a que só alguns afortunados podem suportar. Nós optamos pela moda antiga de conhecer locais o que no caso desta cidade em que possui atracções em pontos completamente distintos obrigou - nos a média de 15 kms por dia.
Valeu a pena. Dicas:
- Podem ficar em Otsu. Fica bem mais em conta e está a 10 minutos de comboio;
- Desloquem - se o mais cedo possível para evitar as multidões. Especialmente em sítios mais turísticos;
- Experimentem o sushi tradicional da área: Zushi;
- Em Fushimi Inari, percorram a montanha. É custoso mas a tranquilidade e os melhores momentos fotográficos compensam;
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