terça-feira, 8 de abril de 2014

Resumo Quioto

Três dias bem passados em Quioto e fica a ideia que podiam ser mais.  Desde a floresta de Bamboo (que por acaso é um pouco mais marketing que outra coisa) até as incontáveis Tori de Fushimi Inari, há um sem número de atracções nesta cidade que parece ter um templo a cada esquina. 
A magia do bairro das Gueixas combinada com o esplendor de um percurso filosofal torna a estadia nesta cidade sempre uma experiência única. Na retina fica o brilho especial do Pavilhão Dourado e a vista do Kyumizu dera. Pelo lado negativo, um metro bastante residual e afecto apenas a áreas sem nenhumas atracções obriga à utilização dos autocarros pelos milhares de turistas e locais que criam filas intermináveis nas paragens . O trânsito é caótico e os táxis um luxo a que só alguns afortunados podem suportar.  Nós optamos pela moda antiga de conhecer locais o que no caso desta cidade em que possui atracções em pontos completamente distintos obrigou - nos a média de 15 kms por dia. 

Valeu a pena. Dicas:

- Podem ficar em Otsu. Fica bem mais em conta e está a 10 minutos de comboio;
- Desloquem - se o mais cedo possível para evitar as multidões.  Especialmente em sítios mais turísticos;
- Experimentem o sushi tradicional da área: Zushi;
- Em Fushimi Inari, percorram a montanha.  É custoso mas a tranquilidade e os melhores momentos fotográficos compensam;

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Resumo Osaka/Nara

Depois de 3 dias em Osaka (com um pequeno salto até Nara) partimos amanhã para Kyoto nesta aventura pelo país do sol nascente. 
Na memória fica um castelo imponente, uma mini Las Vegas japonesa, um povo disposto a caminhar centenas de metros para nos indicar um bom sitio para almoçar, veados esfomeados que nos roubam mapas e templos que nos fazem sentir numa outra era.
Num momento descobrimos que há restaurantes com sinalizadores electrónicos que piscam e vibram quando o nosso pedido está pronto e a seguir estamos perante templos imaculados com centenas de anos e assistimos a missas frequentadas por dezenas de homens de negócios todos de fato e gravata.
Ainda há um local na sociedade de hoje em dia onde os seus habitantes quando vêem um casal de turistas parados a olhar para um mapa confusos decidem sair da sua zona de conforto e tentam ajudar apesar das barreiras linguísticas.  E no fim, quando estávamos ainda atónitos decidem oferecer-nos dois marcadores de livros para que nunca esquecessemos aquele momento.
É reconfortante saber que ainda existem locais assim. 
E agora a caminho de umas memórias de uma geisha.

Sayonara

Truques e dicas: China/Pequim

Ora viva!

Aqui vai um pequeno conjunto de dicas que podem ser úteis para quem decidir viajar até à China/Pequim:

- Marquem tudo com antecedência.  Não só o hotel mas também eventuais visitas à Muralha da China. Evitam eventuais surpresas desagradáveis;
- Desloquem - se o mais cedo possível para as atracções que pretendem visitar. E estou a dizer 7h30/8h. A partir das 9h contem com multidões intermináveis;
- Se quiserem comprar algo num mercado regateiem o preço várias vezes.  Como princípio para toda a viagem contem ser enganados pontualmente;
- Se puderem aprendam algum mandarim e levem um tradutor instalado no telemóvel.  O inglês normalmente escasseia e a vontade de ajudar também;
- Levem calçado muito confortável.  Especialmente na muralha da China. Chega a ter inclinações inimagináveis;
- Do aeroporto para o hotel recomendo um táxi.  Mas evitem todas as ofertas que irão surgir no aeroporto.  Só existe uma frota oficial e está devidamente assinalado no aeroporto.  Deve ficar por cerca de 15 euros a viagem e evitam carregar as malas;
- Dentro da cidade usem e abusem do metro.  Cerca de 20 cêntimos por bilhete;
- Vejam por onde caminham. Terão que evitar frequentemente surpresas deixadas por chineses e o seu hábito de cuspir para o chão mesmo no metro e Cidade Proibida;
- Protejam sempre os vossos pertences especialmente em multidões.

E basicamente é o que me lembro e espero que possa ajudar.

Sayonara